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Todo ano, quando chega agosto, começa a mesma busca. O que dar de presente para o pai? Uma carteira, uma camisa, um perfume, talvez uma garrafa de um bom vinho. Presentes bonitos, presentes com intenção, mas que em alguns anos vão se misturar e se perder junto à memória de outros agostos e outros presentes, sem muita distinção entre eles, e nada realmente memoravelmente especial.
Existe, porém, um tipo de presente que não some na gaveta, não desbota no armário e não perde a validade. Um presente que, ao contrário, se torna ainda mais precioso com o tempo. Que você vai encontrar anos depois, quase por acaso, e vai querer sentar um momento para receber e sentir tudo o que ele carrega.






Não tão curiosamente, o Dia dos Pais no Brasil, assim como outras datas comerciais – sabemos – nasceu de uma estratégia comercial. Foi um publicitário, chamado Sylvio Bhering, em 1953, quem idealizou a data para preencher o calendário de agosto, um mês sem grandes datas comemorativas. A escolha foi estratégica, pensada para o comércio, mas o que aconteceu com o tempo foi muito maior do que qualquer campanha publicitária poderia prever.
A data ganhou alma. Ganhou o almoço em família, o filho pequeno entregando o desenho dobrado feito na escola com todo o carinho, a mensagem que demora a sair mas que, quando sai, diz tudo. O comércio foi apenas o ponto de partida. O que ficou no calendário foi o afeto.
Hoje, o Dia dos Pais é uma das datas mais emocionalmente carregadas do calendário brasileiro. Porque fala de algo que vai muito além de uma homenagem anual: fala da relação entre pai e filho, que é única, intransferível, e vai se transformando a cada ano que passa.
Algo importante está acontecendo com a paternidade nos últimos anos, e vale a pena nomear.
Durante muito tempo, o papel do pai foi definido por aquilo que ele provê: o sustento, a disciplina, a autoridade. Presente, mas a certa distância. Importante, mas de um jeito mais formal, mais protocolado. A cena clássica do pai de terno chegando do trabalho, enquanto os filhos já estavam dormindo.
Esse modelo – ainda bem – está mudando, e mudando rápido. O pai atual é o que troca fralda, embala no colo, acorda de madrugada, leva na escola, ajuda na lição de casa, chora no parto. Ele está presente de um jeito que as gerações anteriores, muitas vezes, não estiveram, não por falta de amor, mas porque não havia espaço cultural para isso.
Pesquisas recentes mostram que crianças com pais emocionalmente presentes desenvolvem melhor a empatia, a autoestima e a capacidade de lidar com desafios. O pai afetivo não é um coadjuvante da maternidade. É um personagem central na formação de quem uma criança vai se tornar.
Esse pai novo, mais presente, mais inteiro, merece ser visto. E ser fotografado.

Pensa em alguma foto do seu pai quando você era criança. Não a foto de aniversário, aquela em que todo mundo está olhando para a câmera com o bolo na frente. Pensa em uma foto do cotidiano: seu pai segurando você no colo, ou vocês dois dormindo no sofá, ou ele te ensinando alguma coisa com aquela paciência que você só foi valorizar muito depois.
Aposto que essa foto mexe com você de um jeito diferente, te leva pra um lugar da memória muito gostoso de revisitar.
Agora pensa: quantas fotos assim existem de você com os seus filhos? Fotos em que você não está posando, mas sendo. Em que o que aparece não é a sua melhor roupa ou o seu melhor sorriso, mas a qualidade do jeito que você olha para aquela criança.
Esse é o tipo de imagem que um ensaio fotográfico bem feito consegue capturar. Não a pose, mas o vínculo. Não o momento ideal, mas o momento real.
O ensaio fotográfico de Dia dos Pais ainda não é tão comum quanto deveria ser. Talvez porque a tradição fotográfica sempre girou mais em torno da mãe e do bebê, da gestante, da família como conjunto. O pai, muitas vezes, aparece nas fotos, mas raramente é o centro delas.
E se fosse, por um dia?
Um ensaio pensado para celebrar a relação entre pai e filho, com cenário, luz, atenção e tempo dedicados a esse vínculo específico, é um presente que nenhuma loja tem na prateleira. É algo que a família vai olhar daqui a dez, vinte, trinta anos e vai sentir que valeu.
No Estúdio Beta Imagens, em Porto Alegre, o ensaio de Dia dos Pais é pensado exatamente com esse olhar. O ambiente é preparado para que pai e filho se sintam à vontade, porque é justamente quando a guarda baixa que as melhores fotos acontecem. O filho que escala o pai como se ele fosse um parque de diversões. O pai que ri de verdade, sem pensar que está sendo fotografado. O olhar que passa entre os dois em um segundo e que a câmera, felizmente, não deixa escapar.
Há também outro ângulo bonito nessa história: o do filho adulto que quer dar um presente diferente ao pai.
Aquele pai que já tem de tudo, que não precisa de mais uma camisa ou de mais um tênis de caminhada. Que o que ele mais quer, muitas vezes, nem é um objeto. É tempo. É memória. É a sensação de que o filho se lembrou, planejou, criou algo especialmente para ele.
Um ensaio fotográfico juntos, pai e filho adulto, ou pai com os netos, é um presente que surpreende. Que emociona antes mesmo de ser aberto. Que entrega algo raro: a prova, em imagem, de que essa relação importa o suficiente para ser celebrada.
Há uma verdade sobre a paternidade, assim como na maternidade, que ninguém gosta de pensar mas todos precisam lembrar: as fases passam muito rápido.
O filho que hoje cabe no colo do pai logo vai estar na fase em que acha que sabe mais do que ele. O pai que hoje levanta a criança no ar logo vai ser aquele que torce nas arquibancadas. O avô que hoje brinca no chão logo vai precisar de mais cuidado para se levantar do sofá no almoço de domingo.
Cada uma dessas fases tem uma beleza que só se enxerga direito quando ela já foi. Por isso, fotografar agora não é frescura, não é gasto supérfluo, não é vaidade. É um ato de consciência sobre o tempo, que passa, e sobre as pessoas, que mudam.
O presente que você der neste Dia dos Pais, seja você filho ou pai, pode ser muita coisa. Mas poucas coisas vão durar tanto quanto uma fotografia que conta uma história verdadeira.
O Estúdio Beta Imagens, em Porto Alegre, está com agenda aberta para os ensaios de Dia dos Pais. As datas são limitadas e costumam se esgotar com antecedência, especialmente conforme agosto se aproxima.
Se você quer presentear o seu pai com algo que nenhuma loja oferece, ou se quer registrar essa fase com os seus filhos antes que ela vire saudade, entre em contato com o Estúdio Beta Imagens em Porto Alegre e garanta a sua data.
Porque alguns momentos merecem ser guardados de verdade.
E esse é um deles.
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