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Existe um momento muito específico na gestação em que a mãe percebe, de verdade, o que significa ser responsável por outra vida.
Pode ser durante uma consulta de pré-natal, quando o médico pede atenção para o calendário vacinal. Pode ser em uma conversa com uma amiga que passou por um susto com o bebê pequeno. Pode ser em uma madrugada de pesquisa no celular, quando a barriga já está grande e o coração já está completamente entregue àquele ser que ainda não nasceu.
O fato é que, nesse momento, a mãe entende: proteger esse bebê começa agora. Não depois do parto. Agora, enquanto ele ainda está dentro dela.
A gravidez transforma o corpo de maneiras que a ciência até hoje está descobrindo cada vez mais detalhes, e chega a ser mágico o que a natureza faz nesse período! Mas uma dessas transformações é conhecida e extraordinária: a mãe consegue transferir anticorpos para o bebê através da placenta.
Isso significa que, quando uma gestante se vacina, ela não está se protegendo apenas. Ela está, literalmente, vacinando o filho que ainda vai nascer.
É por isso que o calendário vacinal da gestante existe e é tão importante. Vacinas como a DTPA, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, são aplicadas justamente para que os anticorpos produzidos pelo organismo materno cheguem ao bebê antes do parto. A recomendação é que a gestante a receba a partir da vigésima semana, preferencialmente entre a 27ª e a 32ª semanas, que é o período em que a transferência de anticorpos pela placenta é mais eficiente.
A razão para esse cuidado é simples e urgente: a imunização do bebê contra essas doenças só começa aos 2 meses de vida. Nos primeiros dois meses, o recém-nascido está completamente vulnerável à coqueluche, por exemplo, uma infecção respiratória que, em bebês pequenos, pode provocar pausas na respiração, pneumonia e situações gravíssimas.
A única proteção que ele tem nesse período são os anticorpos que a mãe transferiu durante a gestação.
Vacinar-se na gravidez, portanto, não é somente precaução. É um ato de amor que age antes mesmo do primeiro choro.
Quem vive no Rio Grande do Sul conhece bem essa sensação. O frio chegou, a temperatura caiu dez graus do dia para a noite, a umidade está alta, e aquele chiado no peito do bebê apareceu do nada.
A bronquiolite é uma das doenças que mais atemoriza os pais de bebês pequenos, especialmente nos estados do Sul do Brasil. De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações, no Sul e Sudeste, o pico de casos ocorre entre março e julho, exatamente no período em que as temperaturas caem e as mudanças climáticas são mais bruscas.
E aqui em Porto Alegre, quem precisa de calendário para saber que o inverno chegou? O corpo da criança já avisa.
A bronquiolite é causada principalmente pelo Vírus Sincicial Respiratório, o VSR, e afeta especialmente bebês menores de dois anos. Nos primeiros anos de vida, o sistema imunológico ainda é imaturo, o que torna as crianças mais suscetíveis ao vírus. O que começa parecendo um resfriado comum, com coriza e tosse, pode evoluir em poucos dias para dificuldade respiratória, chiado no peito e, nos casos mais graves, internação hospitalar.
Aproximadamente 10% dos casos evoluem para internação hospitalar, especialmente entre os menores de 12 meses. São números que nenhum pai ou mãe quer encarar na prática.
A boa notícia é que a prevenção existe, e ela também pode começar antes do nascimento. A administração da vacina Abrysvo à gestante produz anticorpos que são transmitidos ao feto, de modo que a criança já nasça com anticorpos para o VSR.. Isso significa que é possível oferecer ao bebê uma janela de proteção contra a bronquiolite ainda na barriga da mãe, antes que ele enfrente o primeiro inverno gaúcho.
A proteção que começa na gestação precisa continuar depois do parto. O calendário vacinal dos primeiros meses de vida do bebê é denso, e com razão: é nesse período que o sistema imunológico está se construindo e que as doenças mais graves podem causar mais dano.
Aos dois meses, começam as primeiras doses. Aos quatro. Aos seis. Cada etapa do calendário existe porque o corpo do bebê, a cada mês, está pronto para receber novos estímulos de proteção. Perder uma dose não é apenas deixar uma vacina para depois: é deixar uma janela de vulnerabilidade aberta num período em que o bebê ainda não tem defesas próprias suficientes.
A vacina da gripe, por exemplo, também faz parte desse calendário nos primeiros meses. E para famílias que vivem numa cidade com inverno rigoroso como Porto Alegre, isso não é detalhe. É protocolo de cuidado básico com uma criança pequena.
Na Beta Imagens, acompanhamos as famílias desde a gestação – às vezes até antes dela se desenvolver. Fotografamos barrigas que crescem, recém-nascidos que chegam, bebês que sorriem pela primeira vez, crianças que descobrem o mundo.
E, por isso mesmo, sabemos o quanto essa fase inicial da vida importa, não só para os registros que ficam, mas para a saúde e a proteção que sustentam tudo o que vem depois.
Foi com esse olhar que nasceu a parceria entre o Estúdio Beta Imagens, em Porto Alegre, e a ImuneSafe Clínica de Vacinas. Uma união entre quem eterniza memórias e quem protege vidas. Dois cuidados diferentes, mas que compartilham o mesmo valor: acreditar que os primeiros anos merecem tudo de melhor.
Por meio dessa parceria, clientes da Beta Imagens têm acesso a condições especiais na ImuneSafe para as vacinas da gestação e do bebê, incluindo a vacina da gripe, que é especialmente relevante para os meses mais frios do ano aqui no Sul.
Há algo muito bonito em pensar que, enquanto a mãe cuida de vacinar o bebê, ela também está construindo uma história. Uma história que começa na barriga, passa pelo ensaio de gestante, ganha forma no ensaio newborn e vai sendo registrada mês a mês, aniversário a aniversário.
No Estúdio Beta Imagens, em Porto Alegre, acompanhamos essas histórias com carinho há mais de 20 anos. Ensaios de gestante que celebram a espera, ensaios newborn que eternizam os primeiros dias, acompanhamentos mensais que documentam cada fase, smash the cake que marca o primeiro aninho com alegria.
Cada etapa tem a sua fotografia. Cada fotografia tem a sua memória. E cada memória começa com um bebê protegido, saudável e presente para viver tudo isso.




Se você está grávida e ainda tem dúvidas sobre o calendário vacinal, ou se o seu bebê está nos primeiros meses de vida e você quer garantir que a proteção está em dia, a ImuneSafe está aqui para orientar com atenção e cuidado.
E se você quer registrar essa fase de um jeito que fica para sempre, o Estúdio Beta Imagens, em Porto Alegre, está pronto para receber você e a sua família.
Porque proteger e eternizar são, no fundo, dois jeitos de dizer a mesma coisa: esse momento importa, e você merece vivê-lo com tranquilidade.
Entre em contato com o Estúdio Beta Imagens em Porto Alegre e saiba mais sobre a parceria com a ImuneSafe.
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